Quarta, 02 Abr 2025

Deu na cabeça

Isso mesmo, de repente deu, na minha cabeça, a ideia de escrever sobre o Carnaval.

E lá vim eu para o meu notebook.

"Notebook", ou livro de notas - "Yes, sir!" - ou - "Sim senhor! - como costumam falar.

Na verdade, "Notebook" seria a tradução para - "livro de notas" - ou qualquer coisa parecida! E sendo assim, fico com a tal coisa - ou - "qualquer coisa assim".

Como diz a canção e já é quase Carnaval (se bem que no Brasil o Carnaval acontece de janeiro a janeiro), lá vou eu na "qualquer coisa assim".

" Foi assim "

Não sei se começo pela sexta-feira que antecede a folia ou se começo pela folia que antecede a sexta-feira. Que, por sinal, para muita gente, para não dizer quase todo mundo, adora a sexta-feira, o dia mais ansiado e esperado da semana. A sexta-feira antecede o sábado. Sábado é dia da feijoada. Feijoada que é antecipada pela caipirinha. Caipirinha que é bebida com os amigos de boteco, boteco que a gente frequenta de segunda a sexta - na compra de cigarros, claro - ou o leitor pensou logo na caipirinha antes do jantar? - até que vai bem, mas, deixa pra lá, pois o assunto é meio sério.

Sim, Carnaval é assunto sério. Especialmente quando o carnaval (aqui já sem o "C" maiúsculo, já que "C" maiúsculo é usado mesmo para se falar de Carnaval, assunto sério e não esse carnaval do dia-a-dia), não só aqui na cidade como no Estado, como no País, como na Capital Federal, com político fantasiado de político mesmo, até parecendo político, quando aparece na televisão ou no cinema, ou até no bloco dos políticos que vivem na rua fugindo de seus eleitores. Eleitores que eles tanto enganam, parece até o time da gente que entra em campo parecendo seleção e acaba jogando pior que o timinho que a gente tem na tal da Várzea, que o Lula, ou sei lá que político costumava chamar de "Várgea". Não são "vargeanos" esses nossos políticos?

" Falei? "

Pois é, querendo falar de carnaval acabei no texto do crioulo doido, que não sabe nem o que canta e nem em que canto a gente tem que cantar. Talvez no canto esquerdo, mais difícil do goleiro catar. Eu disse catar e não cantar, ou seja, sair cantando e não catando, como catam os goleiros. Catou essa, mano?

Pois é, estamos aqui nesse cata-não-cata, no dia em que os jornais contam que o Bolsonaro virou réu. Vejam só se pode, coitado dele. Com tanto nego que já esteve no mesmo lugar do Bolsonaro e que merecia uma cana bem maior, cataram justamente o Bolsonaro. Dizem que ele andou querendo aprontar, querendo ser dono exclusivo do Brasil e coisas assim, ou coisas assadas, ainda que o tempo tenha passado e acabado com aquele fogaréu que tanta coisa assou.

Assou, soprou, passou! Não é assim que se diz ou se escreve ou se inscreve nos anais ou canais da história? E, afinal, como acabou o jogo? Sabe-se lá? Ainda assim se joga o tempo todo, mesmo que o jogo tenha acabado. Você viu, você sentiu, você passou e está passando por isso mesmo, tanto quanto eu, pois não fecharam os botecos de jogo?

" É, ou não é? "

Jogo é o bicho, mano Os bicheiros estão sempre na boa. Vez por outra um tonto ou dois acertam no milhão ou na dezena e ganham seus "deismerréis" que até dá pra comprar uma pizza e levar pra casa, é, ou não é? Eu mesmo gostava de arriscar meus "cincão", "deizão" ou até um pouco mais pra ver se acertava o bicho. Só que os meus bichos corriam mais que eu. Cansei. Parei. Mas ainda arriscaria alguns "manguinhos" se pudesse. Diabo é que, de "manguinho" em "manguinho", o pobre coitado do jogador do bicho acabava gastando a comida do dia-a-dia, não era? Ou é, ainda Pois é.

" Disco de palmas! "

Aproveitando o embalo, o meu aplauso para o jornal O Estado de São Paulo, o "Estadão", claro, de todos os dias. O aplauso é pelo fato de ter convidado ou convocado - por que não? - o jornalista Mauro Beting para engrandecer ainda mais as suas linhas, suas matérias, suas opiniões, seus assuntos, suas notícias.

Lembro muito e lembro bem do Mauro Beting. Ele foi meu aluno nas Faculdades Integradas Alcântara Machado - FIAM, aluno brilhante, como brilhantes foram tantos alunos que eu tive a honra de orientar, de preparar, de estudar, de estar junto durante tantos anos. Uma honra mesmo. Um grande garoto, um grande estudante que se transformou em um grande Jornalista.

Um enorme orgulho ter participado da formação de pessoa tão querida, tão importante, tão gente. Um grande jornalista. Estou feliz. Muito feliz. Sucesso sempre, Mauro Beting.

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Quinta, 03 Abril 2025

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